Atualizado em 11/09/2001 |
All the truth about them |
Não sei como é no resto do mundo, mas aqui em BH as badgirls são as mais fáceis de comer. Tudo que você tem que fazer é fingir que está fascinado por elas. E você não precisa ser bom ator, porque elas acreditam demais em si mesmas pra achar que você estaria mentindo. Você não tem que inventar um jeito original de elogiá-as, porque elas já se acham o máximo e também não tem que falar muito, porque elas já falam pelos cotovelos. Aliás, este é o único inconveniente em comer uma badgirl: antes você precisa passar algumas horas ouvindo-as falar de si mesmas e de suas idiotas canções preferidas. Suas estórias enfadonhas não raro vêm recheadas de imbecilidades politicamente corretas que elas realmente acreditam ser alguma espécie de síntese da filosofia oriental. As Badgirls acreditam que são cultas só porque leram poetas marginais e foram a mostras grátis de filmes Cult, mas na verdade sua cultura não vai além da representação de mundo medíocre das canções populares norte-americanas. Mas se você for forte o suficinete para agüentar esse vômito de asneira e auto-propaganda, se você esboçar um leve sorriso de aprovação toda vez que elas, rancorosamente, falarem mal da tiazinha ou de qualquer outra mulher esperta o bastante pra ganhar dinheiro com a imbecilidade dos homens, pode valer a pena, porque no fim da noite você vai pra cama com uma espécie de puta grátis. A badgirl não dá porque está a fim de gozar, mas também não é inteligente o bastante pra cobrar dos caras que só a querem foder. Ela dá porque acha que é sinal de superioridade não ser recatada e não esperar que os caras demonstrem sentir por ela algo mais do que a mera vontade de gozar em seus corpos. É por isso que a badgirl é como uma puta grátis. Ela vai chupar e ficar de quatro sem que você sequer precise dizer eu te amo. E se a badgirl estiver bêbada o suficiente pra não conseguir precisar o que está dentro da boceta dela, você poderá fazer o que de melhor a natureza reservou para o adolescente macho heterossexual: gozar sem camisinha numa boceta quente e úmida. E, como é muito fácil fazer uma dessas macacas amestradas ficarem bêbadas, vou dar a dica para aqueles que ainda curtem o bom e velho sexo sem látex: Antes de pedir mais uma garrafa de vinho, elogie a resistência alcoólica da badgirl. Ela é fraca para a bebida como qualquer mulher, mas estúpida o suficinte pra não querer admitir. Então diga qualquer coisa como "nossa, você agüenta mais bebida do que eu" e depois encha o copo dela. (As badgirls adoram quando você diz que elas são melhores do que você em alguma coisa.) Isso fará com que ela fique bêbada mais rápido do que de costume e, quando isso acontecer, você terá uma espécie de boneca viva disposta a dar até mesmo num chiqueiro: um verdadeiro repositório humano de sêmen. Algumas badgirls às vezes têm um insight e notam que os caras em geral só querem comê-las. Aí elas procuram aqueles nerds punheteiros e espinhentos que acham que escrever sobre seus ridículos problemas psicológicos é fazer literatura. Como esses coitados não comem ninguém, são obrigados a passar um tempo com elas para terem seu quinhão de deleite sexual. Mas assim que elas os adulam o suficiente para que eles ganhem alguma auto-estima, eles partem pra outra, porque ninguém agüenta uma ególatra tagarela e vulgar por muito tempo. Aí, pra não terem de enfrentar a dor de serem abandonadas até pelos caras que elas "descobriram", elas inventam que o cara fugiu porque não agüentava ser "menor" do que elas. O auto-engano é a única forma das badgirls conservarem a auto-estima. As badgirls se orgulham de dar para os namorados das goodgirls, como se isso acontecesse porque elas têm algum dom sexual especial. Na verdade, as goodgirls é que têm auto-estima suficiente pra não ficarem o tempo todo engolindo porra e por isso seus namorados procuram as badgirls quando estão a fim de apenas um boquete para relaxar. O mesmo em relação ao sexo anal. Neste caso as badgirls costumam sentir uma vaga e nebulosa insatisfação com a vida, mas, para não admitirem que estão tristes por serem usadas, preferem inventar que estão com culpa por terem traído uma goodgirl. Mais um truque de auto-engano. Mas seria injustiça dizer que as badgirls não amam. Elas amam os bichinhos de estimação e tudo mais que não as critique. No fundo elas sabem que são tão frágeis e fúteis quanto as goodgirls, mas elas têm uma espécie de pavor de admitir isso e precisam conservar sua falsa-autoimagem com arroubos frenéticos de auto-propaganda. É por isso que as badgirls dizem que são mais homens que os homens, que são heroínas, que são superiores às outras mulheres, mas, quando elas confiam o suficiente num cara para lhe dizer um esboço de verdade e murmurar qualquer coisa como "eu tenho um lado doce", o sujeito cai fora desiludido, porque vê que na verdade a badgirl é apenas mais uma chorona. Aí elas inventam novamente qualquer besteira pra justificar a fuga do indivíduo. O grande problema das badgirls é elas não aceitarem críticas. Você até poderia ficar com uma badgirl se ela admitisse que não é tão foda assim, mas ela nunca vai admitir isso. Elas se recusam a olhar pra si mesmas com atenção, porque temem descobrir que não têm nada de especial; são apenas mulhres como as outras. É por isso que elas são tão facilmente manipuláveis. Ninguém é tão manipulável quanto alguém que precisa da aprovação e da adulção alheias para sustentar uma auto-imagem falsa. That´s all about them. |